sábado, fevereiro 25, 2006

AS CRIANCINHAS CRIMINOSAS

Um grupo de 14 adolescentes assassinou de forma barbara um sem abrigo, travesti, prostituto e toxicodependente (é por todos estes qualificativos que esta pessoa de 40 anos tem sido identificada nos meios de comunicação) no Porto. A vitima foi apredejada, esbofeteada, esfaqueada e violada, segundo revela a autópsia ao corpo.
As adoráveis criancinhas que cometeram tal crime foram presentes ao Tribunal de Família de Menores do Porto e a mais velha, de 16 anos, ao TIC. Esta última ficou em prisão preventiva, das outras, maiores de 13 anos, 11 serão internados em instituições a designar pelo Instituto de Reinserção Social de Lisboa, sendo que uma delas ficará em regime fechado e as restantes dez em regime aberto.
A inimputabilidade dos menores de 16 anos permite que façam o que lhes apetecer, sendo assim apetecíveis ao crime organizado. A perversidade deste crime aumenta se tivermos em conta o que relata o Portugal Diário:"Os jovens estiveram durante todo o dia muito descontraidos: juntos na mesma sala, os jovens viram televisão e fizeram alguma brincadeiras entre eles. Segundo informações recolhidas pelo PortugalDiário nas conversas que tinham, não havia menção a [sic] questão que os levava a estarem retidos em tribunal". Ou seja, o perfeito sentimento de frieza e completa impunidade que alguns "técnicos", especialmente pedopsiquiatras, tem ajudado a reforçar. No fundo quer fazer-se crer que são crianças, anjinhos completamente inocentes, vitimas de situações sociais e não carrascos, como no caso presente. Ora estes adolescentes, como muitos outros, são um perigo social - a começar para outros adolescentes (algumas escolas são lugares de extrema violencia). Atacam os mais fracos e os que fogem aos padrãos sociais dominantes, como foi o caso do crime desta semana no Porto (a vitima era sem abrigo, travesti, prostituto e toxicodependente, alguém completamente indefeso perante este bando, que não tão poucos adultos terão aplaudido). Que isto se tenha passado no Porto e os criminosos sejam de uma escola (Oficinas de S. José) pertencente à Igreja não será mero acaso.

1 comentário:

Anónimo disse...

essa do pertencente à igreja...não será mero acaso... na sua cabeça, não é?
o menino nao gosta da igreja, tudo bem, mas associá-la ao crime por ser igreja... que depressa vai o kido!!

lola